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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

30
Jul12

Conversa entre Amizades

maripossa

Realmente a altura de verão é muito difícil andar num computador.O calor que se tem feito sentir por aqui é um dos factores,

depois outras coisas a fazer.Os meus olhos também não me tem dado descanso,uns dias melhor outros pior.E para não falar no espaço de um ano dos pares de óculos,fora as consultas a um preço de médico mesmo.Depois se metem férias e ala que não está ninguém para nos aturar,ainda dizem que os médicos estão mal...alguns se calhar outros não é como tudo na vida,a corda torce sempre o mais fraco,os outros a levam na maior.

Agora vou tirar uns dias de descanso ou pequenas férias,entretanto chega o Setembro e mais vontade de escrever e por aqui andar.

Sempre disse mesmo quando estava a trabalhar,adormecer em Julho e acordar em Setembro,mas já estou com algum medo para o que por ai vai vir,mais desemprego,trabalhadores a chegarem ao posto de trabalho e terem as fabricas fechadas e tanta coisa.Este país está realmente bom para os vigaros e os desavergonhados nada lhes chega,e assim sendo feliz férias para quem as tiver e sejam ou tentem por menos serem felizes e vós mesmo,nunca ficar submisso a outros que no fundo são iguais a nós e morrem igual.

Lisa


06
Jul12

Moinhos

maripossa

Tenho uma paixão por moinhos e não me perguntem o porquê!As pedras são marcos de vidas passadas,as pás levadas pelo vento parecendo folhas soltas que levam palavras aos céus.Mas elas as...pás fazem moer o pão em movimento com a agua da vida que molha os corpos que se banham na margem do regato onde ela passa.O faz o lavrador,ou fazia porque hoje em dia se avistam poucos,nem as mulheres ao longo do rio levam ao moinho o milho, e o centeio para fazer o pão.A paisagem que emoldura o espaço,parece um tanto deserta onde o canto dos melros e bandos de pássaros procuram alimento em sua volta.
Me sento na margem do moinho e ouço as pás em trabalho árduo como um compasso do coração,a erva ainda vai verde que o sol ainda não queimou,se encontra alguns morangos silvestres pelo caminho.Mas o meu olhar ficou nas pás do moinho que no seu trabalho lá ficou. Me afasto, mais e mais e onde ele era cada vez mais pequeno e distante. Me sinto aproximar da aldeia onde se prepara a janta,o cheiro bem até mim,e em passo apressado caminho ao encontro de casa.

Lisa 29/06/2012

 

 

 Imagem:fotos sapo

 

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