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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Santo António Lisboa

12.06.07, maripossa

 

 

Nascido e criado em Lisboa, aos quinze anos entrou para um convento de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, e em 1220, com vinte e cinco anos, impressionado pela pregação de alguns frades que conheceu em Coimbra enquanto estudava, trocou o seu nome por António e ingressou na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos. Leccionou ainda teologia em várias universidades europeias, tendo passados os últimos meses da sua vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer no bairro de Arcella.
 Nascido e criado em Lisboa, aos quinze anos entrou para um convento de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, e em 1220, com vinte e cinco anos, impressionado pela pregação de alguns frades que conheceu em Coimbra enquanto estudava, trocou o seu nome por António e ingressou na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos. Leccionou ainda teologia em várias universidades europeias, tendo passado os últimos meses da sua vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer no bairro de Arcella.

Fonte Wikipédia

 

Asa

11.06.07, maripossa

Se um moroso fulgor

De dunas acordasse

A página tardia, do olhar?

 

Não há catedrais

Não há açoteias

Uvas e laranjas

Alem do gesto

 

Ou é dentro de nós que a morte

Emudece ardem os rios

A terra de novo principia?

 

E se súbito rumor

De sandálias

Viesse

Tocar o ombro desolado

Em sal dizer

As alegorias do vento?

 

José Manuel Mendes

Dia das Comunidades e Losofonia

10.06.07, maripossa

Kizomba consiste num instrumento musical que dá o nome a um tipo de dança da África lusófona, mas especialmente de Angola.

Kizomba era também a festa do povo negro que resistiu bravamente à escravidão. Era congregação, confraternização, resistência. Um chamado à luta por liberdade e por justiça. Kizomba era festa e resistência cultural de um povo. A festa do negro, do pobre e do índio. Era a exaltação da vida e da liberdade.

Kizomba é também um movimento de estudantes com actuação em diversos estados do Brasil, que entende que as entidades nacionais brasileiras e o movimento estudantil vivem desde metade da década de 90 um processo de distanciamento da maioria dos estudantes brasileiros que acaba por conduzi-los a uma profunda crise de legitimidade. Crise esta que somente poderá ser superada a partir de uma radical mudança na forma como o movimento estudantil se organiza. Combate a crise de cultura política e conjuntural que afecta a todos aos actores do ME. A dinâmica que tomou conta da maioria das entidades estudantis favorece práticas antidemocráticas, burocráticas, a despolitização e o desencantamento com o movimento estudantil.

Suas directrizes políticas apontam para a participação política dos estudantes na construção de suas entidades, a democratização das instâncias de decisão do movimento, do dialogo com demandas sempre relegadas à segundo plano, que saiba dialogar com os demais movimentos sociais. Essas são os pressupostos para que a UNE e o movimento estudantil se fortaleçam e recuperem um papel mais protagonista nos grandes debates nacionais e nas disputas colocadas no actual período.

Kizomba, o nome desse colectivo, é uma referência explícita à trajectória de resistência negra, indígena e popular desenvolvida no Brasil ao longo de nossa história. Para esses, o legado de luta de nosso povo deve ser a referencia fundamental para que o movimento estudantil se revigore, se reencontre com sua própria historia.

Kizomba é um movimento vivo, ainda em construção que será encontrada em um ambiente democrático, participativo

 Fonte wikipédia

 

Hoje se comemorando o Dia de Portugal e das comunidades da lusofobia será esta dança do Kizomba uma forma demonstrada, como os povos africanos através da suas danças, impunham as suas a qual a sua liberdade era o mais importante para as suas vidas, e fê-lo perante os impérios colonizadores e isto mostra que era um acto de guerra e libertação, depois de tempos passados e outros povos vindos de todas as partes do mundo, para Portugal, vem demonstrando as suas culturas, quer através da dança, nos sabores e costumes a isto se chama losofonia, a qual está muito bem assinalada neste dia de Camões e das Comunidades

 

 

maripossa/Lisa 

Foto tirada da net se a foto for de algém será retirada

LAMBADA

09.06.07, maripossa

A Dança Lambada


A lambada dança teve sua origem a partir de uma mudança do carimbó que passou a ser dançado por duplas abraçadas ao invés de duplas soltas. Assim como o forró, a lambada tem na polca sua referência principal para o passo básico, somando-se o balão apagado, o pião e outras figuras do maxixe. Usa, normalmente, as cabeças dos tempos e o meio do tempo par, se começarmos a dançar no "um", para as trocas de peso (pisa-se no "um", no "dois" e no "e" - que é chamado comumente de contratempo). A lambada chega a Porto Seguro, e ali se desenvolve. Boas referências foram a Lambada Boca da Barra, em Porto, e o Jatobar em Arraial D´Ajuda, onde desde o início também zouks (lambadas francesas) serviram para embalar os lambadeiros. Tudo isso acontece na época do apogeu do carnaval baiano, que ditava uma moda atrás da outra, e numa delas, apresentou a lambada ao Brasil. Essa segunda fase da dança durou apenas uma temporada e foi um pouco mais abrangente que a primeira, que só havia chegado até o nordeste. Até esse ponto a lambada tinha como principal característica os casais abraçados. Era uma exigência tão forte que, quando da realização de alguns concursos, aqueles que se separassem eram desclassificados. No exterior e aqui, a lambada torna-se um grande sucesso e em pouco tempo estava presente em filmes e praticamente todos os programas de auditório aparecendo até em novelas. É a hora dos grandes concursos e shows. A necessidade do espetáculo faz com que os dançarinos criem coreografias cada vez mais ousadas, com giros e acrobacias. Depois de algum tempo, a música lambada entra em crise e pára de ser gravada. Os Djs das boates aproveitam então para simular o enterro do estilo musical. A dança perde destaque, mas sobrevive, pois já haviam sido feitas nas lambaterias muitas experiências com variados estilos de música que tivessem a batida (base de marcação) que permitisse dançar lambada, só para citar um exemplo, a banda de rumba flamenca Gipsy Kings teve vendagem significativa por aqui por conta da dança, então as músicas francesas, espanholas, árabes, americanas, africanas, caribenhas etc. viraram a "salvação" e solução para a continuidade do estilo de dança. De todas, o zouk foi o ritmo que melhor se encaixou na nossa dança tornando-se a principal música para dançar lambada.

Esta passa a ser dançada com um andamento mais lento, com mais tempo e pausas que praticamente não existiam na música lambada, permitindo explorar ao máximo a sensualidade, plasticidade e beleza da nossa criação. Os movimentos ficaram mais suaves e continuam fluindo, modificando-se à medida que ela incorpora e troca com outras modalidades. Contribuem ainda as diversas pesquisas, até fora da dança de salão, como por exemplo, as de contato e improvisação. Hoje a relação com o parceiro volta a ganhar valor, as acrobacias ficam praticamente exclusivas para os palcos e os locais para dançar reabrem em diversos estados.

Mesmo não tendo por parte de alguns o devido reconhecimento, a lambada mostrou-se um grande incremento profissional.

Encontramos lambaterias e professores de lambada em diversos pontos do planeta e ainda que a chamem de zouk, muitos viveram e vivem dela até hoje. De toda essa história ficaram ótimos frutos, por exemplo: uma boa parte dos talentos da dança de salão de hoje surgiram a partir da lambada; a apresentação da dança a dois aos jovens; a visibilidade internacional conquistada - a lambada é a nossa dança de par mais conhecida no exterior (mais até que o samba) e principalmente o resgate do direito de dançar abraçado, perdido a décadas.


(fonte Wikipédia)

 

Foto tirada da net se for de algém será retirada

Amigos

08.06.07, maripossa

Se alguém tem duvida, eu tenho a certeza

Em algum lugar existe sempre um amigo

Ele está na net, no café da esquina na cama do hospital, na cadeia

Sim na cadeia porque até lá esta um, amigo aquele que não deixa outros pressos, nos fazer mal

Assim dizia Zeca Afonso quando cantava trás outro amigo também! Tenho alguns amigos de verdade que fiz pela net, grande coração verdadeiros, só basta dizer eu precisa eles estão aí de pedra e cal e para tal eu vou formar um coração de esperança, que me foi enviado por uma amiga e a volta dele estarão todos.

 

Obrigado meus amigos pela amizade. Praia da claridade” Este foi o meu primeiro amigo que fez esta coisa de me tornar blogista e começar a tê-lo como “padrinho” e passar mais tempo a conversar, logo de seguida veio a ChicaHilheu e formamos o triângulo da amizade, para alguns que não mencionei, desculpem não me lembro mas sois todos uns amores.Para Vós aqui vai o meu carinho e bom fim semana

 

Grilinha

Collybry

Gatinhos voadores

José lessa

Couramagazine

Isa Nunes

Cantinho da Florinda

Sindarin

Manuela

Omeugirasol

Cantinho da tibeu

Smareis

Buelino

Papoila

Cindamoledo

Estrelinha

Estrelademim

Poemas cintilantes

Zédobeco

Maria

 

 

 

 

 maripossa/Lisa

 

Noite Monotona de um Poeta Enfermo

08.06.07, maripossa

Vem-lhe então um desejo importuno de afecto;

Uma mulher, quase mulher, quase menina…

A lâmpada vermelha esfuminha no tecto

Um enorme de cabeça feminina.

 

 

A moléstia…o Silencio…a tristeza do ambiente.

Tenta em vão reagir contra o tédio enervante.

Ah! Passar essa noite isolado e doente…

E os livros? É verdade.Os amigos da estante!

 

Põe-se a ler.Dentro dele um êxtase começa.

Sente uma anestesia estranha dos sentidos…

Oh! Que felicidade incomparável essa

De sonhar e reler os seus livros queridos!...

ribeiro couto

Feriado

07.06.07, maripossa

Hoje neste dia feriado, estou muito bem disposta me levantei com vontade de trabalhar, rir e dançar, logo pela manhã foi tomar o pequeno-almoço com o marido, demos uma volta pois não estava-mos presos a horários, por causa da nossa neta.

Logo de seguida viemos para casa, fizemos o almoço para os dois, pois como sempre adoro me faz lembrar os tempos de namoro muito bom para o casal estes momentos, agora estão a fazer este post aos poucos pois estou a ver a dança comigo, onde estão os dançarinos da primeira série do programa, para alem dos participantes artistas e não só, e as apresentadoras que Portugal gosta de ver.

Mas a verdade é que hoje é quinta-feira e dia sete, dia de danças salão e aí vamos nos até a meia-noite e para não falhar hoje os treinos são, a linda Valsa Inglesa passos lentos e sincronizados e muito depende do cavalheiro pois a postura é importante para conduzir a dama em diversos ângulos do salão, pois li algo sobre esta dança que na crónica dizia”Valsa Inglesa ou Valsa Lenta é comparada com um suave trabalhar de um Rolls Royce”é uma dança elegante e como tal vamos, continuar os passos deixados a semana passada, eu não ando nas danças para nenhuma competição mas sim pela camaradagem pelo bem que faz a alma e mente e física claro.

A verdade é que se vem descontraída, com vontade de continuar mais e mais assim a saúde deixe, se Deus quiser o irei fazer enquanto poder

maripossa/lisa

 

 

 

Riverdance< Lord Of The Dance>

06.06.07, maripossa

 

Riverdance (que em português seria uma aglutinação de «dança do rio») é um espectáculo de sapateado irlandês, reconhecido pelo rápido movimento de pernas dos dançarinos e aparente imobilidade da cintura para cima.

 

A produção de Riverdance foi elaborada para um intervalo de sete minutos, na edição de 1994 do Festival Eurovisão da Canção, por Bill Whelan, a 1 de Abril de 1994. A Irlanda era a anfitriã, por vencer a edição de 1993, tendo escolhido a cultura celta como mote para este espectáculo.

 

Riverdance conta com um grupo musical reduzido, composto por Davy Spillane, o guitarrista espanhol Rafael Riqueni, a búlgara multi- facetada instrumentalista Nikola Parov, o acordeonista Máirtín O'Connor e percussionista Noel Eccles.

 

Uma das características do espectáculo original eram os números de gospel, escritos — como todo o resto — por Whelan e interpretado pelo Reverendo James Ginon, de Atlanta. Estes números iriam alegadamente explorar a sensação de deslocados que os irlandeses e africanos teriam sentido após emigração para o Novo Mundo.

 

Outra das características de destaque de Riverdance, é a sensualidade das danças, entrando em contraste com as alusões às tradições irlandesas. "Os irlandeses sempre separaram o sexo e a espiritualidade como se não pudessem coexistir no ser humano", disse Whelan. "O meu ponto de vista é que a espiritualidade sem sexualidade e sensualidade torna-se árida. A sensualidade é um dos aspectos mais importantes deste trabalho".

 fonte Wikipédia

 

Este grupo tive o prazer de ver actuar, realmente grande espectáculo onde tudo é feito ao milímetro em termos de dança e conjunção de pés e de grande beleza, se calhar na próxima irei ver novamente, como sou apreciadora e gosto de dança o irei fazer.

 

maripossa/lisa

Passa uma Borboleta

05.06.07, maripossa

Passa uma borboleta por diante de mim
     E pela primeira vez no Universo eu reparo
     Que as borboletas não têm cor nem movimento,
     Assim como as flores não têm perfume nem cor.
     A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
     No movimento da borboleta o movimento é que se move,
     O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
     A borboleta é apenas borboleta
     E a flor é apenas flor.

(alberto caeiro)

 

 

 

 

 

O Mar Fonte de Vida

05.06.07, maripossa

O Mar. um mundo que se esconde aos nossos olhos de Terrestres, uma vasta extensão de água azul, verde, azul clara ou cinzenta, animada pelo respirar-tão velho como o mundo das marés que, segundo um velho ditado, nunca esperam pelo homem.

A teoria sobre “o mar criador”que para muitos povos foi intuída pela necessidade de explicar a sua própria origem, hoje é definitivamente aceite por todos os cientistas.Há muitos e muitos anos, nos mares quentes e pouco profundos de um mundo primitivo, para nós apenas imaginável, apareceram os primeiros seres simples e animados que, submetidos a uma alternância cíclica de raios ultravioletas e de noite, de evaporação e de chuva, deram inicio a um processo de evoloção, crescendo e multiplicando-se, a custa de energia e de substancias orgânicas.

E a vida nasceu! E para se poder ver que a riqueza do Mar faz parte da nossa sobrevivência, mais uma prova que todos nós dependemos deste planeta que nos rodeia, que tanto precisamos se o começarmos a matar aos poucos como temos feito até aqui, pouco restará para fazer e tudo o ser vivo desaparece da fase da terra, a fauna os vegetais até o sol que cada vez está mais quente.

Do mar depende todo o ciclo da água do planeta, A chuva e a neve que caem sobre a terra tem a sua origem nesse imenso reservatório liquido movido pelo calor do sol.

Os mares e os oceanos acumulam a energia contida nos raios solares, comportando-se como “reguladores térmicos”abrandando os calores estivais e adoçando os rigores do Inverno.

 

maripossa/lisa