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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Feliz Páscoa

21.03.08, maripossa
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A todos os amigos que visitam este blog,só poderei dizer que agradeço a amizade,o carinho,que tenham demonstrado perante mim,muitas são as palavras de estimulo e como tal.
Páscoa feliz com muita saúde e amizade,junto de quem amam,com beijinhos de chocolate e amêndoas de amizade,flores amarelas de felicidade.

Sophia-Carminda- Chica- Cinda- Filipe-Salomé-Collybry-Meg-Maria-Papoila-Ana-Manuela-Gui.
E muitos outros que não lembra,mas que nesta hora estão comigo no coração da amizade, no dia de reflexão que é a Páscoa,podemos e devemos ser melhor,e conseguir um mundo melhor e mais fraterno

Dia da Poesia e da Àrvore

21.03.08, maripossa
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Francisco Bugalho terá deambulado pelo labirinto rumorejante das árvores do montado e a par dos equilíbrios de alma, que o poema deixa adivinhar, revitaliza a imaginação. Ora espiritualizando o real, ora concedendo concretismo a fenómenos físicos e psicológicos o poema continua:


Meu triste montado velho
Que paz tem quem te procura
E, em ti, vem achar o espelho
De uma vida sem doçura,
Mas livre de enganos vãos ! …

Troncos rugosos, mas sãos,
Ásperos, sim, mas generosos,
Todos, na desgraça, irmãos,
Dos maus Invernos ventosos

Montado, além, mais pra além,
Há céus azuis e há searas.
E brandas águas que têm
O brilho de pedras raras,
E não há só solidão ! …


Mas essa tua canção
- solução d’alma que anseia –
Também a meu coração,
Furtivamente se enleia.
E aqui me fico contigo.

Sem ternura, nem doçura;
Mas longe do mundo vão,
- Meu velho montado amigo ! …
E dos verões, sem pinga d’água.

Montado, que estranha mágua
Te confrange e te redime !
A tua visão afago-a .
És bom cenário pra um crime …
E pra milagres também.

Francisco Bugalho

Rabiscado por Agulheta

Verdadeira Páscoa

21.03.08, maripossa


Dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo..., disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria.

Sua proposta de vida não foi entendida por muitos.
Condenaram este homem e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.

Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que, ao terceiro dia, a vida aconteceu.

A Páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável chamado ressurreição.

Dia da Poesia

21.03.08, maripossa

Sendo hoje o dia Mundial da Poesia,não recisti  a colocar uma crónica de Manuel Alegre ao Correio da Manhã,onde diz um poema tão actual,será isto a seguir.

MANUEL ALEGRE
Oferece a todos os cidadãos, passados e presentes e ainda a todos aqueles que exercem o Poder: “Um poema que tem dois versos muito actuais... ‘Temos nas nossas mãos/
o terrível poder de recusar’”
“Sombra dos mortos, maldição dos vivos.
Também nós... Também nós... E o sol recua.
Apenas o teu rosto continua
A sorrir como dantes,
Liberdade!
Liberdade do homem sobre a terra,
Ou debaixo da terra.
Liberdade!
O não inconformado que se diz
A Deus, à tirania, à eternidade.
Sepultos insepultos,
Vivos amortalhados,
Passados e presentes cidadãos:
Temos nas nossas mãos
O terrível poder de recusar!
E é essa flor que nunca desespera
No jardim da perpétua primavera”.
APELO AOS CIDADÃOS E AINDA A TODOS OS QUE EXERCEM O PODER
Para Manuel Alegre, político e intelectual, por muitos apontado como o maior poeta vivo, o poema que escolheu para assinalar o dia, assinala também a sua circunstância histórica.


Agora outro pequeno poema,da qual gosto bastante,é meu e como tal não sou uma poeta,longe disso,mas se calhar uma sonhadora,que gosta de escrever o que sente e lhe vai no coração

 

 

       Amei
Em criança pequena
Ao colo e no peito da mãe
E foi amada ao colo do pai


Amei
Com oferta de uma flor
Do colega de escola
Foi este o primeiro Amor
Amei


Menina pequena,mulher
Com pedaços de papeis escritos
Adormecidos nos dedos
Cheios de Amor, e segredos
Amei


E foi amada,beijada
Com corpos unidos e sedosos
De mãos crispadas no corpo
Amei


Do ventre desse amor
O fruto verdadeiro o primeiro
Que guardei,pois por ti amei!

 

Lisa