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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Acordar de Maio

21.05.08, maripossa

Nesta manhã de Maio, todo ela é cinzento, sem sol por vezes um pouco de chuva, nos dá um pouco de nostalgia.

Pois gosto de ver as manhãs de Maio,já de sol forte e quente e já os lavradores a tratar da vinha, pois ela vai dando os seu rebentos.Hoje acordei cedo, abri as janelas da traseira da casa e olho as montanhas, respiro e sinto a natureza em minha volta, ao longe o parque éolico,onde as ventoinhas trabalham para a energia, isto é o sinal dos tempos neste despertar da manhã. Na rua já se sente alguma azafama pois é dia de feira semanal, toca a sair para a rua que se faz tarde, depois de passar no mercado...ou seja a feira, onde as lavradeiras vindas das aldeias próximas e limítrofes da cidade, expõe os seus produtos para quem quer comprar,aí se compra as hortaliças da terra e frutos, e outras coisas, alfaias agrícolas para quem tem de tratar do campo.

Gosto de ir neste dia a feira, muitas vezes só para apreciar, pois a Cidade está bem servida, de áreas grandes de compras, se calhar até demais, pois por aqui existe bastante desemprego e a vida de alguns se sente, pois a terra tinha muita industria, mas como muita coisa tem fechado, se vai sentindo a crise, e neste dia senti, o acordar nesta manhã de Maio.

Lisa

Os Meus Heróis

20.05.08, maripossa
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Prezo os símbolos, o rasto e os sinais
da minha nostalgia portuguesa.
Mas os meus heróis verdadeiros não vêm na história;
não têm monumentos nas praças domingueiras
nem dias feriados a lembrar-lhes o nome.
São heróis dos dias úteis da semana:
levantam-se antes do sol e recolhem apenas
quando a noite se fecha nos seus olhos.
Lavram a terra, o mar, e são jograis
colhendo a virgindade pudica da vida.
Sobem aos andaimes, descem às minas
e comem entre dois apitos convulsivos
um caldo de lágrimas antigas.
São os construtores do meu país, à espera!
Mouros no trabalho e cristãos na esperança;
famintos do futuro, como se a madrugada
fosse seara imensa apetecida
onde o sol desponta nas espigas
sobre o casto silêncio da montanha

António Arnaut

Triângulo da Amizade

19.05.08, maripossa

 

 

 

O tempo vai passando, mas as lembranças e amizade ficam bem guardadas no coração, mas daqueles que tem amizade, pois nos dias que correm, tudo é muito passageiro e frio.

Mas a amizade de que falo aqui hoje, tem sido bem regada com carinho, conpreençaõ e amizade, espero que a mesma continue a durar, e um dia possamos dizer, que esta caixa faz milagres, ou seja as novas tecnologias.

Hoje faz um ano a 19 de Maio 2007 que fizemos este encontro, que lhe demos o nome de triângulo e hoje continua e continuará a ser um feliz encontro, quer em presença quer em virtual quando a real não for possível

 

A Borboleta

19.05.08, maripossa

A Borboleta-rosa-de-luto (Papilio anchysiades) alcança envergadura de 110 mm (de ponta a ponta das asas) e vivem-nos mais diversos ambientes tais como matas, clareiras, locais abertos com vegetação rasteira. Seu vôo é irregular, ora mais alto, ora mais baixo; nas horas mais quentes do dia, pousa em busca de néctar para se alimentar. A postura dos ovos, quase uma centena, geralmente ocorre sobre folhas de plantas cítricas, como a laranjeira. As lagartas dessa borboleta receberam o nome popular de "rumo", pois permanecem agrupadas no tronco da planta hospedeira, todas voltadas na mesma direção, durante o dia; à noite, espalham-se, atacando as folhas da planta, causando-lhe sérios danos

 

 

Borboleta Cauda-de-Andorinha ou (Papilio machaon)

A Borboleta Cauda de Andorinha é uma borboleta da família Papilionidae .A borboleta também é conhecida como o Rabo de andorinha,que ocorre na Europa, Ásia e também na América do Norte.

Esta borboleta notável é amarela com asa pretas e marcas de veia e uma envergadura de 8 a 10 cm. A Cauda atinge ambos os sexos,que dão para a borboleta seu nome comum.


De acordo com as regiões os ovos são postos separadamente (Maio-Junho; fim do verão) sobre as folhas da planta alimentadora (regularmente nas folhas de cenoura e erva-doce nos jardins sem inseticidas). A eclosão efetua-se cerca de uma semana logo após a postura depois ovos. O desenvolvimento da lagarta dura mais ou menos um mês. As lagartas têm uma atividade diurna, Quando preocupa-se, fazem sobressair o seu liquido alaranjado de grande odor que afasta os predadores. As Crisalidas são cercados de uma cintura de seda. De acordo com as estações, está fase dura três semanas.

 

Cultura de Paz

19.05.08, maripossa
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(Foto Tirada da Net)

Cultura de Paz: A ONU definiu o conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida associados à cultura de paz na Declaração e Programa de Acção sobre uma Cultura de Paz, divulgada em 13 de Setembro de 1999. Diversas instituições em todo o mundo aderiram a esta declaração e se empenham na concretização destes ideais.

Uma Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados:

No respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação;
No pleno respeito aos princípios de soberania, integridade territorial e independência política dos Estados e de não ingerência nos assuntos que são, essencialmente, de jurisdição interna dos Estados, em conformidade com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional;
No pleno respeito e na promoção de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais; No compromisso com a solução pacífica dos conflitos;
Nos esforços para satisfazer as necessidades de desenvolvimento e protecção do meio-ambiente para as gerações presente e futuras;
No respeito e promoção do direito ao desenvolvimento;
No respeito e fomento à igualdade de direitos e oportunidades de mulheres e homens;
No respeito e fomento ao direito de todas as pessoas à liberdade de expressão, opinião e informação;
Na adesão aos princípios de liberdade, justiça, democracia, tolerância, solidariedade, cooperação, pluralismo, diversidade cultural, diálogo e entendimento em todos os níveis da sociedade e entre as nações; e animados por uma atmosfera nacional e internacional que favoreça a paz.”
(Fonte: ONU, 2004).

É Pazeando que vamos construindo uma Cultura de Paz. Pazear é um verbo, ou seja verbo é acção. Pazear é promover ou estabelecer a paz ou harmonia. Em Londrina foi criado o 'Movimento pela Paz e Não-Violência – Londrina Pazeando', que tem como princípio o conceito de não-violência, ensinado e vivenciado por Gandhi e pelos heróis pacifistas.

A missão do Londrina Pazeando é contribuir para a construção de uma Cultura de Paz e Não-Violência no município de Londrina, por meio da mobilização das pessoas ligadas às organizações do terceiro sector, às empresas e ao Estado, para que todos possam viver em paz e harmonia plena.

Já a sua visão é a da construção de uma sociedade, onde a cultura seja de paz e não-violência; e os conflitos sejam resolvidos de forma pacífica, a exemplo dos heróis pacifistas.

São seus valores: Valorização dos direitos humanos; Respeito e amor ao próximo; Cultura da não-violência activa; A verdade sempre; Diálogo entre as diferenças; Educação para valores humanos; Ética e transparência nas acções.

"Perante tudo isto que lemos e divulgamos,pergunto! como se pode viver em paz, se tantos fazem a guerra,por tantos motivos,uns pelo dinheiro outros por armas,outros por petróleo e gás" e mais uma vez ficamos impávidos perante esta injustiça para o Povo da Birmânia? deixar morrer a fome só porque uma junta militar e ditadora,não deixa chegar auxilio ao seu povo em primeiro lugar,depois ver se esta ajuda é real ou de interesse por parte das grandes potências?

Frase

18.05.08, maripossa
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"O ingrediente crítico é arregaçar as mangas e fazer algo. É tão simples quanto isso. Um monte de pessoas tem idéias, mas existem poucas que decidem fazer algo em relação a elas agora. Não amanhã. Não na semana que vem. Mas hoje. O verdadeiro empreendedor é um realizador. "


( Nolan Bushnell )

A Flor da Amizade

16.05.08, maripossa

Era uma vez,uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como conseguiu crescer a ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza...
Passou um jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em deus,cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas,após uma semana a flor tinha morrido. Passou um hoem,viu a folor,pensou em Deus,agradeceu e a deixou ali; não quis corta-la para não matá-la.
mas,dias depois,veio uma tempestade e a flor morreu...
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela; bonita mas sozinha.
Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou,outro dia troixe terra,outro dia podou,depois fez um canteiro,colocou adubo...Um mês depois,lá onde tinha só pedras e uma flor,havia um jradim! Assim se cultiva uma amizade...E como sempre a distancia nos permite cultivar as amizades como gostariamos... espero que esta mensagem possa ser um pouquinho de adubo,para que a nossa amizade nunca morra por falta de cultivo..
AMIGOS Obrigados por existir no jardim da minha vida.

 

Desafio

16.05.08, maripossa
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De uma querida amiga que visito,da qual muito gosto, a mesma me fez um desafio aqui fica o nome Maria do Cheiro-da Ilha,o link é este... http://ocheirodailha.blogspot.com/ onde, «São-nos pedidas seis palavras para uma “muito curta” biografia (ou conceito).pois como sou pessoa transparente aqui vai o meu conceito,a foto que aqui coloco foi oferecida por outra amiga,do blog (chicailheu)

EU SOU

MARIA ELISA

M-Mãe,permanente
A-Amavél
R-Rio de águas claras
I-Independente
A-Amizade sempre

E-Esperança permanente
L-Liberdade sempre
I-Idealista,lutar pelo ideais
S-Solidária,a qualquer hora presente
A-Amor----Sempre o grande elo na minha vida

Agora os amigos aqui vai

Carminda http://forum-cidadania.blogspot.com/
Sophia-http://sophiamar.blogspot.com/
Papoila-http://a-papoila.blogspot.com/
Manuela-http://simplesmentemanuela.blogspot.com/
Cinda-http://cindamoledo.blogs.sapo.pt/
Salomé-http://tempoparaamar.blogspot.com/

Uma Data

15.05.08, maripossa
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Praça Carlos Alberto Porto

Um povo sem história para mim será um povo triste;e como de uma longa historia se trata, nunca devemos deixar a mesma em mãos alheias para que conste
Pois desta mesmo que estou a falar, eu tinha sete anos na altura, mas tive uns excelentes pais que me ensinaram, o que a vida era realmente, pois nunca devemos ser indiferentes, sejam os pais professores e educadores a lhe ensinar o que se passou realmente, para que não se deturpe a ideia de uma criança, um jovem e homem de amanhã.
Hoje ao ler os jornais diários,li e de muito bom grado as noticias citadas,para o jornal que tem o dever de informar,agora para os familiares deste Homem de letra grande,que não está entre nós,mas que seus familiares filha e neto lhe façam justiça,pela verdade; ou não somo um País democrático e livre de pensamento para o fazer! E um dever e dizer a verdade, e somente a verdade doía a quem doer.
Agora estas noticias lidas hoje.


"Brigada espancou-o até à morte"

Os portugueses merecem a verdade. O meu avô foi selvaticamente espancado até à morte", afirmou Frederico Delgado Rosa, neto do general, em declarações aos jornalistas, no Porto, após a inauguração da estátua de Humberto Delgado, na Praça de Carlos Alberto, a poucos metros do local onde funcionou a sede da campanha presidencial de 1958. Frederico Delgado Rosa defende, na biografia do avô, que Humberto Delgado morreu na sequência de um "espancamento", e não atingido por um tiro, conforme sustenta a versão oficial. "Os juízes do tribunal militar, quando receberam os resultados da autópsia, feita em Espanha, souberam que era uma verdade que não lhes convinha", referiu. "O tribunal (de Lisboa, em 1978) fabricou uma mentira estrondosa". "A morte a tiro fez do autor material, o inspector Casimiro Monteiro, o único bode expiatório do homicídio. A tese dos juízes é que a brigada (da PIDE) não foi para matar, mas para prender o general", salientou. Também Artur Santos Silva salientou que o general "não foi morto a tiro, mas à paulada". "Seria bom que se permitisse um julgamento na praça pública", concluiu.

Fonte Jornal Noticias Hoje


"Margarita Moreira

Professora


Margarita Moreira nasceu na Venezuela há 47 anos e só recentemente se interessou pela figura do "general sem medo". "É impressionante. Quanto mais leio sobre Humberto Delgado, mais fascinada fico. Pensar que, em 1958, em plena Ditadura, um só homem conseguiu juntar 200 mil pessoas numa manifestação leva-me às lágrimas. Fico arrepiada só de olhar para as fotografias", confessou. Confidenciando que, "se o general fosse vivo, era uma fã incondicional dele", Margarita Moreira lamentou que os mais jovens pouco saibam do general Humberto Delgado e do seu papel na queda do Estado Novo. "É uma figura incontornável da nossa História e deveria constar dos programas escolares", referiu. A professora não arredou pé da Estação de S. Bento enquanto não chegou IVA Delgado, e foi possível vê-la, igualmente, na cerimónia de lançamento da biografia do general Humberto Delgado. "Não posso perder estes momentos", contou. Fonte JN

Cidade recordou coragem do general Humberto Delgado


Estátua de Delgado da autoria de José Rodrigues (ao fundo, na foto, com Artur Santos Silva) Frederico Delgado Rosa autografa biografia de Humberto Delgado



Reis Pinto, Artur Machado

O Porto recordou, ontem, uma das maiores manifestações que a cidade já conheceu. No dia 14 de Maio de 1958, o general Humberto Delgado iniciou, no Porto, a sua campanha para as eleições presidenciais e tinha à sua espera cerca de 200 mil pessoas. "O povo estava farto e Delgado aparecia como capaz de ganhar as eleições. Impressionou-me a sua coragem, pois sabia que estava a jogar a sua vida", recordou, ontem, Coelho dos Santos, na inauguração da estátua do general (da autoria de José Rodrigues), na Praça de Carlos Alberto, integrada nas comemorações dos 50 anos da campanha presidencial.

O advogado, único sobrevivente do grupo de 10 notáveis que fez parte da comissão de candidatura de Delgado, sublinhou que "a marcha dos povos é árdua e deixa algumas vítimas pelo caminho". "Com o seu assassinato, Delgado fez prova da ilegitimidade do regime".

A recordação dos 50 anos da campanha de Humberto Delgado foi ainda marcada pelo lançamento da biografia do general, escrita pelo neto, Frederico Delgado Rosa, comentada por Artur Santos Silva.

"Esta é também a história do Estado Novo, dos seus processos. Depois daquele dia, acabou a liberdade de manifestação em Portugal. Não fosse isso e o regime tinha caído na rua. Seguiu-se uma fraude eleitoral gigantesca", afirmou o banqueiro.

O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, evocou, por seu lado, a "grandeza de alma" e a "força moral" de Delgado e considerou que "o destino dos povos é feito pelo contributo dos homens e mulheres que são capazes, em momentos decisivos da História, de assumir o papel de intérpretes da vontade colectiva".

Integrado nas comemorações, organizadas pelo Governo Civil, Câmara do Porto e Fundação Humberto Delgado, foi inaugurada, na estação de S. Bento, uma exposição fotográfica da chegada ao Porto.

"É com grande emoção que vejo estas fotos. Na altura, esperei pelo meu pai, em Santa Apolónia, em Lisboa. Não havia notícias sobre o que tinha acontecido aqui, mas pela onda de repressão que se abateu sobre Lisboa, percebemos que algo de grandioso se tinha passado. Foi uma epopeia decisiva", afirmou, ao JN, IVA Delgado.
Fonte JN

Leitura de Viagem

14.05.08, maripossa

Leitura de viagem: um género literário que desperta uma ideia de fancaria.É uma opinião muito divulgada; o que se lê em viagem deve ser de uma rxtrema ligeireza,de uma extrema insignificância, ninharias «para matar o tempo».Aí está uma coisa que jamais compreendi. Em primeiro lugar,porque essa leitura que por convenção nos deve distrair é o que há mais aborrecido no mundo; e, em seguida,porque não posso admitir que devemos baixar o nosso nível intelectual e lançarmo-nos sobre coisas estúpidas,justamente numa ocasião tão solene e tão séria como uma viagem.

Acaso a liberdade e a abertura de espírito,enerentes ao estilo de vida que implica a viagem,serão susceptíveis de criar uma atitude da alma e dos nervos em que as coisas estúpidas nos repugnem menos o habitualmente? Desde que uma viagem nos inspira respeito,é justo e conveniente que respeitemos tanbém a leitura que deve acompanhá-la

 

Thomas Mann