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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Amigos

11.07.08, maripossa
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Muita gente vai entrar e sair da sua vida,
Mas somente verdadeiros amigos deixaram marcas em seu coração.
Para se segurar use a cabeça:Para segurar os outros use o coração.
Ódio é apenas uma curta mensagem de perigo.Grandes mentes discutem idéias;
Mentes medianas discutem eventos;Mentes pequenas discutem pessoas.
Aquele que perde dinheiro, perde muito;Aquele que perde um amigo, perde muito mais;
Aquele que perde a fé perde tudo.Jovem bonito é um acidente da natureza,
Velho bonito é uma obra de arte.Aprenda com os erros dos outros.
Você não pode viver bastante o suficiente para comete-los todos por se só.
Amigos, eu e você...Você trouxe outro amigo...E nós iniciamos um grupo... seu circulo de amigos...E como um circulo, não tem começo nem fim...
Um presente precioso é este momento agora...
Ontem é Historia. Amanhã é mistério. Hoje é uma dádiva.
Mostre a seus amigos o quanto eles são importantes.

Tudo isto é pouco para uma amiga,da qual gosto bastante e como prova de amizade,e de algum esquecimento,no dia de seus anos.. Para ti carminda

Da solidão

11.07.08, maripossa

A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor ser que ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, e que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e de ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflecte. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes da emoção, as que são o património de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre.

Vinicius de Moraes