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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Obrigado Vanesa Fernandes

18.08.08, maripossa
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Como sou portuguesa de corpo inteiro,e tenho orgulho no meu país! Embora por vezes as coisa não sejam as melhores,mas devemos lutar por elas e não, sempre criticar que está tudo mal. Estes dias dando uma volta pela net,por diversas páginas de Internet e alguns comentários,vejo que algumas pessoas para além de serem mal formadas,são malcriadas para com os outros. Pois os nossos atletas foram para os jogos olímpicos a pensar fazer o melhor que se sabe e pode, pois não nos podemos dar ao luxo de ter dúzias de medalhas,se fomos um país recalcado pelas leis da ditadura durante 48 anos,se alguns estão a fazer o seu melhor se deve a uma geração nova e empreendedora,que tenta por menos deixar a palavra Portugal,no (fim do mundo a China.
Ontem em alguns sítios da net,onde se coloca comentários,se dizem cobras e lagartos das pessoas,eu para esses digo devem ser "frustrados"para falarem assim,até parece mal,para alguns que se dizem bem educados? tenham paciência e deixem os atletas ser eles a ditar a sua vida,roupa suja vai para o tanque ou a máquina de lavar.
Agora queria deixar um obrigado a jovem Vanesa Fernandes pela coragem e competência e humildade,fez ver mesmo com sacrifício que se pode conseguir algo. E bem no alto seu pai dizer,(sofrer até cair) bem hajas por tal,estive a ver até as 5:30 da manhã e adorei,agora força para os que falta competir,por menos por estas raízes de que alguns tem vergonha.Força atletas olímpicos

O ÚLTIMO BANCO DO JARDIM

18.08.08, maripossa

Às vezes por mais interessante que a vida pareça,você não vê mais sentido nela, você está sentando em um banco de um jardim e observa a todas as pessoas que o cercam naquele momento, uns brincam com seus filhos, outros tem seus amores para cuidar, outros só estão de passagem por aquele lugar e outros estão como você, observado a melancolia da vida em certos momentos, você não tem nada a dizer a ninguém, seus ombros estão caídos como se você não tivesse força suficiente para erguê-los, sua boca está entreaberta, parecendo um morto vivo sem esperanças de renascer do sono profundo, mas você ainda está vivo, embora não se sinta assim, poderiam explodir mais uma vez a bomba de Hiroshima que você não se levantaria daquele lugar, e porque? Bom, é por isso que estou sentado nessa banco, não quero que a vida me dê as respostas, mas quero e preciso urgentemente que ela me indique o caminho, para que eu mesmo possa consegui-las, ou então, jamais me levantarei, permanecerei aqui até que meu corpo se canse ou que ele desfaleça por si só, e será sempre assim, rodeado de vida, de pessoas com seus filhos e de pessoas que amam, e algumas que só passarão por aqui.
Esse jardim na verdade é minha vida exemplificada da forma mais simples que pude encontrar, das pessoas que vejo, algumas conheço, outras não, o banco ainda não sei o que significa, imaginei a princípio que fosse um ponto de parada, onde eu pudesse descansar e retomar novamente a caminhada, mas não vejo outros bancos no meu jardim, mesmo aqueles por qual já parei, agora então, começo a achar que esse banco é na verdade o meu ponto final, o meu descanso quase que eterno.
Sei que ainda tenho alternativas, mas por enquanto prefiro ficar sentado aqui e apenas observar o meu jardim.


Arturo Angelin