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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Do Mar

21.09.08, maripossa
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Careimi Assmann conta: Diego não conhecia o mar. Santiago Kovadloff levou-o para descobrir o oceano.
Durante dias, viajaram para o sul. Certa tarde, Santiago disse para Diego: “atrás daquelas dunas está o mar”.
O coração do garoto batia de emoção. Subiu correndo as areias, sem esperar por ninguém - e, de repente, estava diante do oceano.
Foi tanta a imensidão, foi tanto o fulgor, que o menino ficou mudo. Quando conseguiu recuperar a voz, gaguejou:
“É muito grande! Me ajuda a olhar!”
O mestre comenta a respeito: “assim como ninguém pode nos ajudar a olhar o oceano, não
Careimi Assmann conta: Diego não conhecia o mar. Santiago Kovadloff levou-o para descobrir o oceano.
Durante dias, viajaram para o sul. Certa tarde, Santiago disse para Diego: “atrás daquelas dunas está o mar”.
O coração do garoto batia de emoção. Subiu correndo as areias, sem esperar por ninguém - e, de repente, estava diante do oceano.
Foi tanta a imensidão, foi tanto o fulgor, que o menino ficou mudo. Quando conseguiu recuperar a voz, gaguejou:
“É muito grande! Me ajuda a olhar!”
O mestre comenta a respeito: “assim como ninguém pode nos ajudar a olhar o oceano, não podemos usar os olhos de ninguém para entender e enxergar o que acontece conosco”.

Paulo Coelho

Vindimas

19.09.08, maripossa

Nesta altura se começam a planear as vindimas aqui no norte. Pois se começa cedo e muita gente gosta de ajudar a tamanho trabalho e canseira, os homens se preparam para a subida e descida das escadas de grandes passadas, e com bastante altura para chegar aos bardos carregadas de uvas maduras. As mulheres as carregam a cabeça para os lagares, tratam da comida e levar aos campos as merendas; pois a meio da manhã já está a ser servido,o belo bacalhau frito broa azeitonas e vinho,em alguns lados se serve o presunto e salpicão feito em casa e de belo sabor.

É chegada a hora da refeição do meio dia,se come feijoada,para dar sustança,uma bela arrozada de frango caseiro o chamado (pica no chão) que tão bem sabe, se continua o trabalho árduo pela tarde fora,de vez em quando lá anda a mulher, a levar a caneca de barro e tijela na mão para dar de beber aos homens que colhem as uvas.

Depois de o vinho colhido e lagar cheio,se saltavam para dentro dos lagares, davam braços, avançavam e recuavam numa longa fila, de um lado para o outro, esmagando as bagas num ritmo cadenciado; actualmente, esses homens foram substituídos por métudos mecânicos.

O período de fermentação vai estabelecer o valor do produto. Finalmente o vinho é cuado e vazado e a fermentação interrompida pela adição de aguardente vínica, utilizada em geral na percentagem de um quinto de vinho extraído.

Em muitos lados ao som da consertina se houvem cantares pela noite dentro,alegrando este belo quadro que são as vindimas, que muda muito de lugar para lugar, e conselho.

Lisa

 

(fotos google)

Sol_Poentes

18.09.08, maripossa
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Por_de_Sol. Onde a mãe natureza faz o resto,como lar para as aves,que voaram alto e durante o dia,e onde elas encontram o descanso,para um novo esvoaçar
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Este poderia ser aquele Por_de_Sol,em areias Africanas de mil e uma noite de sonhos,que a qualquer hora despertamos,para um novo dia.

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(imagem google)

Fim de tarde mar de Setembro. As saudades do verão se escondem no Por_do_Sol,de rara beleza,pelas suas cores,e magia dos sentidos e lembranças daquele amor

Vindimas no Douro

18.09.08, maripossa
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Aqui se levam as cestas onde mais tarde,se pisa e se transforma no néctar,que irá encher as mesas de alegria e sabor,assim é o Vinho do Douro

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Nos socalcos. Mas na vinha tem a história de um povo, os homens e mulheres do Douro,as mãos rugosas e com calos,falam por si,da subida e descida por socalcos com grandes cestos de uvas as costas para se deliciarem com suas castas,na mesa dos pobres e dos nobres. É realmente de perder os olhos o que a paisagem Duriense nos mostra

Memórias

17.09.08, maripossa

No mês de Setembro, sempre nos trás recordações, do verão que passou a pouco, das saídas de noite, o convívio com os amigos. Mas gosto muito do tempo que agora se atravessa um pequeno calor durante o dia, e o aconchego da noite, com algum frio.

Hoje me lembrei da minha avó, era o começo da escola, como tal a chegada a casa de tarde e a espera do lanche; e que bom que ele era, uma tigela de café, de cafeteira onde o mesmo era feito e se tinha de deixar assentar o pó, o mesmo não fazia mal, nem a nós que éramos crianças,e a acompanhar, aquele pãozinho com manteiga de raro sabor. A casa era grande e de muito espaço, com quintal grande árvores, com grande pombal, pois o meu tio era columbófilo, era neste quintal onde o mesmo dava saída das pombas para irem para longe,a concurso e de lá via a hora da  chegada das mesmas. Neste quintal existia fruta diversa e alguma vinha, era bom ver o tio por esta altura, a preparar uma grande dorna, para deitar lá para dentro os cachos das uvas americanas, para pisar as mesmas para fazer um pouco de vinho. Que cheirinho que dava a vinho doce! Ele era uma pessoa calma e serena, que gostava da lida do quintal e fazia por ter, bons frutos da época para todos nós, só ficava muito chateado quando eu ia ao pombal e abria a porta as pombas para elas voar, pois quando ele me ralhava, eu dizia que não gostava de as ver presas, me lembro bem, destas palavras como se fosse hoje.

Lisa

Teatro Cinema de Fafe

16.09.08, maripossa


A construção do teatro foi uma iniciativa de José Summavielle Soares em 1923.
Foi inaugurado em 10 de Janeiro de 1924 com peça de teatro O Grande Amor, pela Companhia Aura Abranches.
Com o passar do tempo, o edifício foi-se degradando e deixou de ter condições para a exibição cinematográfica, pelo que foi encerrado ao público em 1981, por determinação da Direcção Geral de Espectáculos, por ameaçar ruína.
Obras de recuperação do Teatro-Cinema

Aprovado empréstimo bancário

Foi aprovado na última reunião do executivo um empréstimo de médio e longo prazo até ao limite de 3.500 000,00 euros para financiamento complementar do projecto do Teatro-Cinema. As obras de recuperação já se iniciaram no edifício estando orçadas em 4.175.111,89 euros.
Recorde-se que o Teatro-Cinema é um dos principais motivos de interesse arquitectónico da cidade de Fafe, constituindo para a época da sua abertura um importante marco cultural, tendo sido considerado um dos melhores teatros do norte do País.
Construído em 1923, aquele equipamento, considerado a “jóia da coroa” da cultura da cidade, esteve aberto do público durante várias décadas, exibindo teatro, cinema e outras artes, até que nos anos 80 foi encerrado por ordem superior, dada a sua progressiva degradação. Na sequência de algumas vicissitudes, foi adquirido pela autarquia fafense há alguns anos.
O teatro tem uma lotação de cerca de 400 lugares, incluindo a plateia, os frisos, os camarotes e o balcão. Como espaços laterais, e além do fosso da orquestra, camarins e átrio, destaca-se um magnífico salão nobre no primeiro andar, onde na época áurea da vida social, se realizavam bailes, ficando célebres os bailes de debutantes, manifestações de cultura e recreio e outras reuniões onde se juntava a sociedade fafense da época.
Todo esse conjunto será devidamente recuperado no âmbito das obras agora adjudicadas, para que o imóvel possa ser devolvido à fruição dos fafenses, como outrora, com todo o tipo de artes do espectáculo.
Por outro lado, em seu redor será construído um edifício para apoio técnico às actividades do Teatro-Cinema e que incluirá também a instalação da Academia de Música José Atalaya, a construção de um estúdio de cinema e outras estruturas culturais.
procurar aqui: http://www.cm-fafe.pt

Tempo

15.09.08, maripossa

Ao longo do tempo corri. Corri para alcançar os meus sonhos e minhas vontades, ir ao encontro da vida que me fez mulher, dei comigo a ser mãe em algumas horas, pois sendo a mais velha de quatro irmãos, tinha de ajudar a criar os mesmos, como tal foi mãe... sem o ser na altura. Só agradeço aos pais que assim fizerem de mim, pessoa de corpo inteiro, amiga e companheira.

Pelo que vejo hoje em dia, muita gente tem medo do trabalho, pois do trabalho se fazem grandes pessoas, esse nunca me meteu medo, se trabalhava e estudava, o dinheiro não esbanjava. No meu papel de mulher! E aí sim mãe, a vida foi sempre amiga e companheira, pois onde está uma grande mulher) está lá um grande homem, o meu claro! Os filhos são o meu mundo, tesouro e alegria, o meu trabalho igual, sempre fiz o que gosto, e que bom era regressar e ter sempre aquela palavra linda de ouvir, portanto só posso ser feliz, e dizer que corri como devia e sabia;para ir atrás da felicidade

Lisa

 

Amor Verdadeiro

15.09.08, maripossa


O amor é paciente,e benigno,o amor não se esfuma não perde o brilho do olhar.O amor, não é inconveniente e não procura interesses,mas sim se dá por inteiro,nas horas minutos e segundos,assim é o amor!Pois ele deve ser carinhoso coerente verdadeiro,não se alegra com a injustiça,crê e sofre por vezes,mas tem de regozijar-se com a verdade. O amor na hora da chegada,nos lança o olhar... nos abraça como um grande amigo com saudades,este será o amor que todos sonhamos,uns porque o tenham,outros porque esperam ele.Mas tenham amor,verdadeiro e em todas as horas e circunstancias.

Lisa

As Espirais do Silêncio

12.09.08, maripossa


Quem ama a liberdade conhece que é idêntica a verdade e a não-verdade o ser e o vazio e por isso na sua celebração a metáfora expande-se na liberdade de ser a ténue sabedoria desse momento e só desse momento em que o arco cresce.Há então que procurar a chuva dessa nuvem ou desdizê-la não para o nosso olhar mas para um outro rosto de areia que cresce no vazio e poderá ser de pedra ou de ouro ou só de uma penugem O poema é o encontro destas duas faces de nenhuma substância quando no vazio do céu os anjos se diluem com as mãos despojadas

António Ramos Rosa

Amizade

12.09.08, maripossa

A amizade é sem dúvida a coisa mais bonita sendo ele correspondida. Muitas vezes eu sofro, por não ser compreendida pela forma de pensar e dizer o que o coração sente em algumas alturas, mas amigo deve ser sobretudo transparente na forma de falar e exprimir sentimentos;assim sou eu. Não tenho vergonha de dizer que gosto,que amo e sinto,pois eu sou assim, e como dizem, depois de alguma idade temos a postura  de dizer o que sentimos.
Mas a forma de sentir e pensar! Não? Jamais alguém me ensinará a mudar,pois como respeito os outros, o devem fazer para comigo,injustiças nunca. Sempre foi e continuarei a ser prestavél para os meus amigos,e daqueles que de mim precisam, o que felizmente são alguns, aqueles que partilharam comigo a angústia de algumas horas de aflição, pois foi nessas alturas,que fomos capaz de ver e sentir a verdadeira amizade. Os que visitam este espaço já devem ter percebido a minha forma de sentir e pensar,as portas e janelas estão sempre abertas de coração e aqui;continuarei, a fazer o que gosto,quando eu não quiser fazer,fecho para obras.
Aos amigos que venhem até aqui fazer uma visita,bom fim de semana e sejam felizes,que é isso que tento ser e fazer.
Lisa