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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Feliz Páscoa

10.04.09, maripossa

Tempo de reflexão a Páscoa para os cristãos. E porque não para todos que acreditam num homem que um dia agonizou junto a uma Oliveira por alguém que o traiu? Já aqui o dinheiro valia mais que o amor e amizade e conseguiu vende-lo por trinta dinheiros. E tantos à nossa volta agonizam porque alguém os trai, porque não é amigo. O patrão que não lhe deu o salário ganho pelo suor do seu rosto.
Aquele que trai pela doença e o deixo a sorte e solidão! É sempre tempo de construir a paz, em dar as mãos, o amor e reflectir por tudo que gira em sua volta, pois se alguém morreu na cruz, sofreu e amou o seu próximo. Esta será a forma de ver um salvador uno e invisível mas que ama do mesmo jeito e sentido de vida.
Aos amigos deste blog, boa Páscoa em amor e fraternidade e solidariedade pelos que sofrem em volta do mundo, pela desgraça e intempéries, as incertezas e ingratidão e o desamor.
Lisa

 

Páscoa feliz

10.04.09, maripossa
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Tempo de reflexão a Páscoa para os cristãos. E porque não para todos que acreditam num homem que um dia agonizou junto a uma Oliveira por alguém que o traiu? Já aqui o dinheiro valia mais que o amor e amizade e conseguiu vende-lo por trinta dinheiros. E tantos à nossa volta agonizam porque alguém os trai, porque não é amigo. O patrão que não lhe deu o salário ganho pelo suor do seu rosto.
Aquele que trai pela doença e o deixa a sorte e solidão! É sempre tempo de construir a paz, em dar as mãos, o amor e reflectir por tudo que gira em sua volta, pois se alguém morreu na cruz, sofreu e amou o seu próximo. Esta será a forma de ver um salvador uno e invisível mas que ama do mesmo jeito e sentido de vida.
Aos amigos deste blog, boa Páscoa em amor e fraternidade e solidariedade pelos que sofrem em volta do mundo, pela desgraça e intempéries, as incertezas e ingratidão e o desamor.
Lisa

Como um Grande Borrão de Fogo Sujo

08.04.09, maripossa
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Como um grande borrão de fogo sujo
O sol posto demora-se nas nuvens que ficam.
Vem um silvo vago de longe na tarde muito calma.
Deve ser dum comboio longínquo.
Neste momento vem-me uma vaga saudade
E um vago desejo plácido
Que aparece e desaparece.
Também às vezes, à flor dos ribeiros,
Formam-se bolhas na água
Que nascem e se desmancham
E não têm sentido nenhum
Salvo serem bolhas de água
Que nascem e se desmancham.

Alberto Caeiro

As flores da passagem!

08.04.09, maripossa

Hoje pela manhã sai como na forma do costume, mas hoje foi a pé e quase que dei volta à cidade.Os meus olhos se encanto pela beleza natural, pois deixei de perder muito tempo por coisas supérfluas que nos metem nos olhos, mesmo sem a gente querer.meto a pequena máquina digital no saco e captei algumas imagens, uma dos quais o rio que passa numa zona que atravessa a variante, que nos leva aos hipermercados. A algum tempo tinha passado por lá e reparei que as águas eram de várias cores, porque alguém suja o rio e não obrigam a tratar dele, pois no mesmo era grande a criação de truta que regalava os olhos de qualquer pescador, hoje tudo passou porque alguns se dão a destruir aquilo que é de todos nós.Hoje o vi limpo e cristalino e suas águas a correr normalmente. Quem o fez todos agradecemos este gesto pelo bem da vida e do planeta.

 

Lisa

 

 

Rosas para ti!

07.04.09, maripossa
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Dias há que nada nos move para dizer seja o que for.Mas este de hoje é bem mais profundo e valioso, como uma pérola colhida do mais belo oceano que se chama alma. Num dia sete de uma data qualquer dei comigo apaixonar-me e passados sete anos na mesma altura,tenho nos braços o presente que iluminou a minha vida como mulher e mãe. Para ti neste dia filha a mais bela flor que és tu,venho juntar umas simples rosas aquelas que muitas vezes coloco aqui, as rosas de que tanto gostamos e que continues pela vida fora a seres como és, simples profunda e autentica como gosto,da tua mãe que te adora

Tu és para mim o dia
O sol que me ilumina
O que aquece a manhã fria
És a gota da chuva que
bate no rosto
És a minha estrela da madraguda


Lisa

Palavras

06.04.09, maripossa

As palavras são as ideias que sai da cabeça e algumas coisas da alma.Eu de certa forma o que aqui gosto de escrever é um pouco como sou, livre feliz e independente de credos políticas e afins. Pois se proceder de outra maneira, não agrado a Deus nem a Troianos, e hoje em dia as aparências valem mais que trinta dinheiros? Agora podem ou não acreditar nas palavras, os tempos estão difíceis todos sabemos, nos vamos lamentar todos os dias...não, se faz chuva se faz sol, se o governo está mal, se falam demais, ninguém se pode queixar sempre, os elegeram então se espera para ver. Eu sou uma pessoa positiva e como tal gosto de esperar, e como dizia a minha mãe (largos dias tem cem anos) então se espera os dias melhores, por vezes quem fala muito é quem não compre como um bom cidadão, por esta razão aqui gosto de falar em prosa e poesia, que são as palavras da alma, e como tal a vida é linda e vamos vive-la o mais que poder,está logo ali à espera de cada um basta querer.

 

Lisa

 

Há-de Flutuar uma Cidade...

06.04.09, maripossa
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Há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida
pensava eu... como seriam felizes as mulheres
à beira mar debruçadas para a luz caiada
remendando o pano das velas espiando o mar
e a longitude do amor embarcado

Por vezes
uma gaivota pousava nas águas
outras era o sol que cegava
e um dardo de sangue alastrava pelo linho da noite
os dias lentíssimos... sem ninguém

E nunca me disseram o nome daquele oceano
esperei sentado à porta... dantes escrevia cartas
punha-me a olhar a risca de mar ao fundo da rua
assim envelheci... acreditando que algum homem ao passar
se espantasse com a minha solidão

(anos mais tarde, recordo agora, cresceu-me uma pérola no
coração. mas estou só, muito só, não tenho a quem a deixar.)

Um dia houve
que nunca mais avistei cidades crepusculares
e os barcos deixaram de fazer escala à minha porta
inclino-me de novo para o pano deste século
recomeço a bordar ou a dormir
tanto faz
sempre tive dúvidas que alguma vez me visite a felicidade


Al Berto

O Cauteleiro

03.04.09, maripossa

O Cauteleiro é velho.Envelheceu a vender ilusões pelas vielas.

Nos bairros pobres todos o conhecem, a todos vende sonhos em cautelas.

Pequenos, grandes sonhos.À medida das várias ambições. Grandes sonhos de viagem, de aventura, de glória, de esplendor.Pequenos sonhos de pequeno amor, de modesta aventura.

O cauteleiro é velho mas que importa? Continua a apregoar cautelas brancas e a vender ilusões de porta em porta.

 

 

Fernanda de Castro

 

 

Floriram por Engano as Rosas Bravas

03.04.09, maripossa


Floriram por engano as rosas bravas
No Inverno: veio o vento desfolhá-las...
Em que cismas, meu bem? Porque me calas
As vozes com que há pouco me enganavas?

Castelos doidos! Tão cedo caístes!...
Onde vamos, alheio o pensamento,
De mãos dadas? Teus olhos, que um momento
Perscrutaram nos meus, como vão tristes!

E sobre nós cai nupcial a neve,
Surda, em triunfo, pétalas, de leve
Juncando o chão, na acrópole de gelos...

Em redor do teu vulto é como um véu!
Quem as esparze – quanta flor! – do céu,
Sobre nós dois, sobre os nossos cabelos?

Camilo Pessanha

Auto Estima

01.04.09, maripossa


Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si,com muita paciência e amor reconstru-a. Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu ao chão,sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante,você é a sua criação mais valiosa. Não olhe para trás.Não olhe para os lados. Olhe somente para dentro,para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso,conforto e recomposição. Crie este universo agradável para si. O mundo agradecerá o seu trabalho.

(Brahma Kumaris)

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