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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Madrugada no Campo

04.05.09, maripossa

Com que doçura essas brisa penteia, a verde seda fina do arrozal -Nem cílios, nem pluma,
nem lume de lânguida lua, Nem o suspiro do cristal.Com que doçura a transparente aurora
tece na fina seda do arrozal, aéreos desenhos de orvalho! Nem lágrima, nem pérola,
nem íris de cristal...Com que doçura as borboletas brancas prendem os fios verdes do arrozal com seus leves laços! Nem dedos, nem pétalas nem frio aroma de anis em cristal

Com que doçura o pássaro imprevisto, de longe tomba no verde arrozal!
- Caído céu, flor azul, estrela última: súbito sussurro e eco de cristal

 

Cecília Meireles 

Aqui está a natureza ao ar livre...o campo

(fotos da Net)

 

A Luz levanta-se do Chão

04.05.09, maripossa


(foto Net)

A luz levanta-se do chão
como a areia da praia na batida do vento,
as cidades espreitam o verão,à janela do azul.
e as árvores abrem-se em vitarais
onde se inscreven as fluências estacionais
que resplandecem no desenho e na figuração



mesclada dos tons que melam o entardecer,
a repique dos sinos,no campanário da vila.
As janelas abrem-se de para em par,
nos quatro rumos,um perfume sava e goivos
sardinheiras e amores perfeitos

Maria Filomena Almeida Cary