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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

A Vida de Soledade Summavielle

12.03.07, maripossa

Cantora,ceramista e poetisa,Soledade Summavielle é natural de Fafe,fez os seus estudos secundários no Porto,e foi aluna de canto na  Academia Mozart dessa cidade. Durante o tempo em que frequentou aquela  Academia de Música,e tomou parte em todos os consertos e serões culturais ali realizados.

cantou depois no Teatro Cinema de Fafe,no Teatro S.João,do Porto.O maestro Ruy Coelho,que a ouviu aí pela primeira vez,convidou-a a interpetar nas comorações do 100º aniversário da inauguração do Teatro nacional de S.Carlos,em Lisboa,a primeira figura femenina da sua ópera"Cristal",e a tomar parte num concerto de artistas líricos no mesmo Teatro.

Colaborou em diversos consertos do pianista-compositor Eurico Thomaz de Lima,em serões de Outono na ex-Emissora Nacional,ao lado do pianista Sequeira Costa,e em recitais de música portuguêsa na Rádio Difusão Francesa em Paris.

Atraída ainda pelas artes plásticas,foi aluna do pintor Marques de Oliveira,tendo-se dedicado particularmente à cerâmica.

Simultanamente revelou-se como poetisa,iniciando a publicação de livros que ainda,felismente se mantém.

Tem poemas seus em diversas antologias,e colaboração dispersa por vários jornais e revistas,nomeadamente no Suplemento Literário do "Diário de Noticias" de que foi directora a poetisa e escritora Natércia Freire.

Dirigiu a Colecção de Poesia"Convergência"da Sociadade de Expanção Cultural(SEC) a convite do escritor Domingos Monteiro,sócio-gerente daquela editora.

O Cenáfulo Artístico e Literário"Tábua Rasa",distingui-a com um jantar de homenagem a que se associaram figuras altamente representativas das artes e das letras,em 21.01.1971

 

 

 

 

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