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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Leitura de Viagem

14.05.08, maripossa
Leitura de viagem: um género literário que desperta uma ideia de fancaria.É uma opinião muito divulgada; o que se lê em viagem deve ser de uma rxtrema ligeireza,de uma extrema insignificância, ninharias «para matar o tempo».Aí está uma coisa que jamais compreendi. Em primeiro lugar,porque essa leitura que por convenção nos deve distrair é o que há mais aborrecido no mundo; e, em seguida,porque não posso admitir que devemos baixar o nosso nível intelectual e lançarmo-nos (...)

Corações em Silêncio

16.01.08, maripossa
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156179418762113970" /> Sinopse Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. (...)

Miguel Torga

10.07.07, maripossa
Avô,28 de Setembro de 1942- Este Portugal,apesar do que lhe fizeram e do que não lhe fizeram,ainda tem seiva e beleza! A beleza está espalhada por todo ele,e é isto:uma aldeia estendida ao sol sobre uma fraga,entre dois rios,uma ponte manuelina em baixo,as ruínas dum castelo em cima,e uma lápide num casinhoto a dizer que ali nasceu um Poeta. A seiva é uma mistura de insubmissão,ironia e graça, e vem hoje nos jornais:uns pressos na cadeia de Anadia resolveram ir às vindimas; mas (...)

Varanda Aberta

27.06.07, maripossa
 A música ouvia-se.Altissima . mesmo quem não queria era obrigado a reparar na varanda aberta. As paredes descascavam-se por elas, como quem buscando a segunda pele. As roupas secavam aos ritmos dos sons. Já estariam secas. Mas a música não parava. E as roupas continuavam lá. Não sei quem a ouvia. mas sabia que não era para ninguém.Do outro lado da rua uma criança aponta: Olha mamã, uma festa! É alguém que esta muito triste e só e vive ali. E porque põe música? E tão (...)