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Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Maripossa

Tudo que tem asas deve voar,por isso a borboleta selvagem o faz sem nunca olhar para onde.

Era só Um Dia

20.10.08, maripossa
Era só um dia. Como qualquer outro, mas vinha o cheiro do Outono, lento e envolto nas minhas lembranças. Aqueles olhos castanhos como as folhas, que os meus iluminaram e miravam, no fundo dos meus. Olhamos os dois ao mesmo tempo, para aquele céu num azul tão bonito que nem parecia Outono, e muita coisa ficou por dizer nesse dia. Passar ali no momento! Tudo estava no lugar até o velho quintal, onde as plantas e as árvores teimaram em ficar ali à espera, se calhar para recordar . (...)

Gaveta de Recordações

03.10.07, maripossa
Abri gavetas das recordações Elas são as Dores os Papéis De coisas escritas, e emoções Pequenas cartas de amor Como dói o silêncio, do olhar Para esta gaveta e pensar! Outras com desenhos, carinho Pois essas são os desenhos dos filhos Fotos antigas dos amigos e pais Coisas que o tempo apagou Mas ficou a recordação que o tempo Jamais apagou e sempre sonhou Rosas secas verdadeiras, datas especiais! Lembranças apagadas jamais Até o convite lá está guardado no coração Era o (...)

Memórias

25.04.07, maripossa
TEATRO CINEMA     O terceiro dos lugares emblemáticos da resistência ao fascismo em Fafe foi, sem dúvida, o Teatro Cinema   Propriedade da família Summavielle, aquele edifício foi palco dos grandes comícios da oposição em Fafe, ao longo do Estado Novo. Segundo algumas fontes, apesar das determinações governamentais no sentido de que qualquer utilização da casa, para alem de espectáculos, fosse objecto de autorização do representante do Governo no Distrito, as (...)

A Minha Janela

18.04.07, maripossa
  Na minha janela!..olho a chuva caindo, sol aparecer e a fugir, a neve enchendo as ruas de branco, vejo o chegar da noite, céu estrelado, com seu encanto.Assim é a minha Janela! Onde me vem lembranças do passado, de ver crianças jogando á bola no meio da rua, com alegria de ver os pregões das varinas, do amolador e tantas coisas, de quando pela janela se atirava um beijo ao namorado, da minha janela eu tenho a luz da esperança e do amor, a luz de Deus, tenho o orvalho nas minhas flores.

Á Memória dos Soldados da Paz

14.04.07, maripossa
Hoje mexendo em papeis e jornais de todo o meu tempo de vóluntariado me veio as mãos um jornal que fala como sempre,dos fogos florestais pois passam os anos e governos e sempre a mesma coisas com o passar dos tempos senão vamos voltar ao dito ano. Estavamos no começo do verão de 14 de junho 1986,um fogo gigante e traiçoeiro,nas serras de Águeda,matou 16 pessoas,(13 bombeiros e três civis),e ainda 8 bombeiros gravemente feridos,eu pergunto?..Quem vamos culpar o tempo, os governos (...)